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Sim, às vezes parece que este blog veio justamente para criticar o uso da internet pela geração Y. Primeiro o Felipe Sanchez falando da falta de importância das redes sociais e agora eu falando sobre auto-exposiçao (aliás, foi ele quem disse: escreva algo mal-humorado). Eu, uma pessoa com blog pessoal, Twitter e Facebook (só para os amigos adicionados e muito bem escolhidos).

Sempre fui contra Orkut, até que não me rendi a Comunidades como Se eu já sou exigente com meus sapatos, imagina com os namorados e Hoje acordei meio sincero, com uma estranha vontade de só falar a verdade, como se isso fosse definir minha personalidade (afinal, quem nunca vasculhou o perfil de uma pessoa e suas comunidades para concluir o seu caráter?). Mas não consegui entrar na brincadeira, passar dos 50 amigos, e no meu perfil já tem um apelo: por favor, me adicionem no Facebook.

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Geração Y? Desculpa, bati na porta errada!

Por Rafael Sanchez

Eu tô na Geração Y. Mas não existe regra dizendo que eu devo acompanhar a geração.

Não, não quero dizer que não gosto de nada atual. Não sou anti-social, nem deixo de acompanhar a tecnologia ou abomino redes sociais, como o Felipe de Souza (vulgo Sanchez). Mas quando o assunto é outras coisas, como a música… aaah, a sensação de ter nascido na época errada.

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Minha muleta, Orkut

Por Marcia Boroski

E quando a mais banal e automática das ações é interrompida subitamente? E se, de uma hora para outra, simplesmente, perdêssemos a capacidade de andar, de ver ou de falar. O que parece pequeno e intrínseco se agiganta quando se torna ausente. Ainda maior na perspectiva de um jovem – dinâmico, cheio de energia e com necessidade de se movimentar a todo o momento.Para onde correr e se apoiar numa situação como estas?

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O poder da imagem

Por Felipe Barros e Paulo Araújo

“Quando vi as fotos das agências de notícias com as pessoas empunhando as charges que eu tinha feito, foi surreal. De alguma maneira, a charge era o grito entalado na garganta deles. E eu estava ali também até a renúncia do Mubarak”. De sua casa no Rio de Janeiro, Carlos Latuff participou ativamente da causa do povo egípcio que lutava contra a ditadura de 30 anos de Hosni Mubarak.

Latuff materializa sua criatividade em imagens fortes e impactantes. É com o talento proveniente das mãos que o cartunista faz o exercício da profissão – na imprensa sindical – e de sua ideologia, colaborando com diversas causas pelo mundo, principalmente em relação à Palestina (representada pelo bóton alfinetado ao lado esquerdo do peito com a frase “Free Palestine” sobre a bandeira verde, branca, vermelha e preta).

O cartunista carioca visitou Londrina nesta semana e, em entrevista ao Y-Tudo, comenta sobre o papel das redes sociais na construção das revoltas populares no Oriente Médio e, ainda, traça um perfil do jovem brasileiro inserido no que chama de “pseudo-democracia”.

Sem meias palavras e com muita eloquência, Carlos Latuff.

Movimentos na era das redes sociais

Por Felipe Barros

23 de junho de 1968. Revoltados com o regime militar – imposto em abril de 1964 – estudantes se reúnem no bairro da Cinelândia, Rio de Janeiro. Acompanhados de perto por mais de dez mil militares, o movimento estudantil liderou a maior passeata registrada na história do Brasil até aquele momento. Artistas, políticos e acadêmicos aderiram à massa, formando um grande bloco de resistência contra a ditadura. Ao fim do protesto, 100 mil pessoas exigiam – em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro – a queda do regime.

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