Como viver sem redes sociais (ou: Novas tecnologias, novas formas de aporrinhação)

por Felipe de Souza

Parir uma penca de babuínos no cio deve ser mais fácil que postar isto aqui: nunca vi nada tão lento na internet, sem falar da paciência desperdiçada. Estou feliz por nunca ter tido um blog na vida.

Agora, ao “tutorial” propriamente dito:

Prestem atenção no outro troço da Venceslau sobre café que ganharão mais, porque dificilmente poderia haver início mais idiota para a seção de Tutorial disso aqui do que temas do tipo “como viver sem alguma coisa”: coisa de blog de pré-adolescente. Mas, depois que minhas tentativas de ignorar o resto do grupo fracassaram – junto com minhas expectativas de ficar numa boa sem produzir nada – tive que escolher um tema às pressas, de preferência, algo que não exigisse muita pesquisa e capacidade intelectual, então fica assim mesmo.

Grande parte das pessoas passa grande parte do dia conectada a um ou mais tipos de redes sociais da internet, principalmente o Twitter, Facebook e Orkut – embora este esteja gradualmente sendo relegado ao status de “favela da internet”. E pelo que escutei, é comum a ansiedade e a sensação de que, se você não está ligado nessas ferramentas, perde informações importantes – e por isso a importância de estar conectado por tanto tempo.

Mas isso é uma idiotice.

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