O encontro de duas gerações

Tatiane Hirata

O velho não lhe tirava os olhos. Sentado no banco ao lado, dirigia-lhe um sorriso familiar enquanto a fitava. Era o primeiro ano na faculdade e ela, que nunca pegara um ônibus na vida, atravessava agora a cidade que nem conhecia num circular em cujo itinerário era obrigada a confiar, sobretudo porque não saberia voltar se saltasse dele. “Será que eu tô cagada? Ou será que tá escrito na minha cara que eu to perdida? Talvez seja só porque ele é velho, afinal. As pessoas do tempo dele devem achar normal ficar encarando os outros até fazê-los se sentirem desconfortáveis”.

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Madame Y – É simples, é amor.

por Madame Y

Madame Y logo avisa: Qualquer semelhança é mera coincidência!

Tá todo mundo falando um monte sobre essa história do Kit Gay nas escolas e como a educação infantil deve agir com relação à homossexualidade né? (Aliás, Madame Y dá a dica: não use o termo homossexualismo, é pejorativo! O sufixo –ismo caracteriza doença)

Então, resolvi contar uma pequena historinha pra vocês. Só pra refletir um pouco sobre o assunto.

Era uma vez uma menininha, uma pequena madame. Vamos aqui chamá-la de Lady. Continuar lendo

Pela UEL…

Camila Meira

E depois de conhecer as oportunidades que a UEL oferece, é hora de conferir uma crônica que conta um pouquinho da vida por aqui. Outro dia ouvi uma música e acho que combina ouvi-la lendo o texto. A letra não tem muito a ver com o tema da crônica, mas..

Boa leitura pra você!

O despertador toca e é hora de ir para a UEL. Não tinha parado pra pensar que os anos passam comigo também. É!, eles passam e passam muito rápido. A frase é feita, mas parece que foi ontem, que a menininha do interior chegou a Londrina para estudar jornalismo na UEL. Era e sempre foi um sonho. E me vi em outra cidade, com novos amigos e uma vida completamente diferente. Só que diferente mesmo foram as espécies estranhas que encontrei aqui. Em se tratando de UEL, tudo acontece e pode acontecer. Continuar lendo

Geração Y? Desculpa, bati na porta errada!

Por Rafael Sanchez

Eu tô na Geração Y. Mas não existe regra dizendo que eu devo acompanhar a geração.

Não, não quero dizer que não gosto de nada atual. Não sou anti-social, nem deixo de acompanhar a tecnologia ou abomino redes sociais, como o Felipe de Souza (vulgo Sanchez). Mas quando o assunto é outras coisas, como a música… aaah, a sensação de ter nascido na época errada.

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Platão, te dedico.

Por Letícia Nascimento

Ainda me lembro de quando acordava, pontualmente, às dez horas da manhã, aqueles minutos mais cobiçados nas férias de verão, para ligar o rádio e sintonizar na Kemper FM. Por algum motivo específico e desconhecido – gosto de pensar que o programador estava na mesma vibe que eu – todo dia naquele horário, a vida lá fora, eu deitava em cima do tapete para ouvir “Playground of love”. Air, para os desavisados. Sim, eu estava apaixonada.

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Poderia ser um álbum e pra mim, é.

Por Desirée Molina

Pra começar: Dê o play nesse vídeo. Imagino que você, assim como eu, está fazendo várias coisas ao mesmo tempo. Então, pause a música que provavelmente já está tocando no iTunes, no Media Player, no GrooveShark. Pause e ouça essa aqui enquanto lê esse texto.

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