Supernatural, sexta temporada: O que funcionou e o que deu errado?

Por Rafael Sanchez

Supernatural ainda é uma das séries de maior sucesso no mundo. Mas a sexta temporada da série dividiu muito os fãs.

Para muitos a história de Sam e Dean Winchester (Jared Padalecki e Jensen Ackles) deveria ter terminado na 5ª temporada, pois o criador da série, Eric Kripke, deixou de ser o manda-chuva, com a cadeira ficando para a produtora executiva Sera Gamble.

Se você acompanha a série e já assistiu à mais recente temporada completa, sinta-se à vontade pra concordar ou não com as minhas opiniões, e se ainda não viu, então pare por aqui, spoilers na sequência.

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3D para quê?

por Beto Carlomagno

Representação perfeita do meu sentimento em relação ao 3D. Fonte: Ah Negão!

Se você acha que o 3D é a grande novidade do cinema dos últimos anos, se engana. A tecnologia já existia há muito tempo, mais precisamente desde o final do século XIX, e foi apenas reformulada para a nova geração. Os grandes estúdios e cineastas viram nessa forma de fazer e apresentar cinema uma salvação para a crise que a indústria cinematográfica vinha enfrentando. Com muitas promessas, esses filmes começaram a tomar as salas de cinema com mais frequência a partir de 2008. Em 2009 estreou Avatar, o filme que se valia da tecnologia mais aguardado por muitos. E a espera valeu a pena. Avatar é, junto com o recente Transformers: O Lado Oculto da Lua, um show visual com o melhor uso do 3D estereoscópico já feito até hoje. James Cameron mostrou que quando o filme é desenvolvido de forma planejada para a tecnologia e que essa tem um propósito, algo realmente bom pode sair daí. O problema é que, depois da bilheteria absurda feita pelo filme do diretor de Titanic, todos os estúdios acharam que o negócio era lançar filmes em 3D. Enganaram-se. Continuar lendo

“Legen…wait for…dary!”

Por Letícia Nascimento

Confesso que ia falar sobre como somos órfãos de The OC e o quanto Blair Waldorf nos inspira sem saber. Mas como desisti de acompanhar Gossip Girl – a última temporada, me perdoem os fãs, estava chata demais da conta – e como tenho tido certa afeição por séries cômicas (sempre seremos órfãos de alguma coisa, neste caso de Friends, Seinfield e That’s 70 show) resolvi falar sobre uma que me diverte demais.

Quando anunciaram a última temporada de uma das melhores séries já produzidas pelos americanos, Friends, boa parte do mundo pensou: e agora, quem poderá nos defender desse tédio? Por sorte, a Warner Channel – pelo menos aqui no Brasil – reprisa, duas vezes por dia, se não me engano, episódios antigos da série. O mais engraçado é que o público assiste. E ri das mesmas piadas, mais uma vez. Mas aí, chega uma hora em que é necessário rir de novas caras e diálogos. Foi quando me deparei com How I met your mother, que desde 2005 tem sido sucesso de audiência e de crítica. Vamos falar dela, então.

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Samba aos desajustados

Tatiane Hirata

Disseram que eu deveria escrever para a tal geração Y. Aqueles, que fazem trocentas coisas ao mesmo tempo, passam o dia conectados e não duram mais de três meses no mesmo emprego. Sei, sei. Bom, e que tipo de música lhes interessa? Eles curtem o vídeo do Youtube mais acessado da cidade, basicamente.

Claro, isso é só uma generalização injusta. Mas não se pode negar que colocar os ípisilons pra fazer música, hoje, é estar preparado para se deparar com um arco-íris de qualidade musical duvidosa (quiçá inexistente) e cabelo peculiar.

Eu, no auge de meus rasos 20 anos que me tornam tão Y quanto você, porto as boas novas: existe algo mais. Aos desajustados da geração, que, como eu, também apelam ao acervo musical deixado pela geração X e todas as outras letras anteriores do alfabeto, dedico esse post. A crítica eu já fiz. Vem agora um tributo. Quem gosta de samba pode continuar lendo.


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Desassossego dentro da gúliver

Por Marcia Boroski

Clássicos como 1984, de George Orwell, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley e Laranja Mecânica de Anthony Burgess são a prova que a geração Y não é influenciada somente por aquilo que é atual e efêmero. Continuar lendo

Status: Offline

Sim, às vezes parece que este blog veio justamente para criticar o uso da internet pela geração Y. Primeiro o Felipe Sanchez falando da falta de importância das redes sociais e agora eu falando sobre auto-exposiçao (aliás, foi ele quem disse: escreva algo mal-humorado). Eu, uma pessoa com blog pessoal, Twitter e Facebook (só para os amigos adicionados e muito bem escolhidos).

Sempre fui contra Orkut, até que não me rendi a Comunidades como Se eu já sou exigente com meus sapatos, imagina com os namorados e Hoje acordei meio sincero, com uma estranha vontade de só falar a verdade, como se isso fosse definir minha personalidade (afinal, quem nunca vasculhou o perfil de uma pessoa e suas comunidades para concluir o seu caráter?). Mas não consegui entrar na brincadeira, passar dos 50 amigos, e no meu perfil já tem um apelo: por favor, me adicionem no Facebook.

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SPFW

Por Daniela Brisola

A temporada de moda brasileira Verão 2012 terminou com o São Paulo Fashion Week, que foi realizado entre os dias 13 e 20 de junho. Com 35 desfiles de moda feminina, masculina e praia, esta edição, mais uma vez, teve o prédio da Bienal, em São Paulo, como cenário para os shows de moda.

Com a presença de modelos internacionalmente reconhecidos e famosos, como Sônia Braga, esta edição do SPFW levou milhares de pessoas a acompanharem os desfiles que apontaram as tendências da nova estação.

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