Consumismo importado

Por Fernanda Cavassana

A geração Y, excessivamente consumista, tem a facilidade de ter acesso a produtos importados por um menor preço no Paraguai. Como, no Brasil, os produtos importados pagam muitos impostos, o preço é excessivamente elevado. No Paraguai, no entanto, essas taxas não são cobradoa nos produtos, fazendo com que sejam muito baratos.

 Uma enquete foi realizada com alguns jovens da geração Y, sobre esses produtos. A preferência por comprar no exterior (seja no Paraguai ou em qualquer outro país, como os EUA) é unânime: o preço no exterior é bem mais acessível. Você confere a seguir quais são as preferências na hora de comprar algo em outro país. Continuar lendo

Modificar o corpo em busca do singular

 

 Por Fernanda Cavassana

Engana-se muito quem vê jovens tatuados e pensa: “fazem isso só porque é modinha”.

Diferente dessa posição, a tatuagem pode deixar de ser algo justamente para expor um ponto forte da personalidade de cada um e tornar-se uma característica dessa pessoa. As tatuagens podem contar histórias e significar aquilo que mais marca a pessoa, tanto na superfície da pele, quanto em seus pensamentos e sentimentos.

De acordo com o psicólogo Márcio Neman, não existe um fator único para justificar o que leva as pessoas a se tatuarem. “Algumas pistas sobre as motivações giram em torno de algumas questões como a estética, atrativo sexual, tentativa de chocar a sociedade ou relacionadas a culto da espiritualidade e a perpetuação de ritos culturais”, explica. Continuar lendo

A maconha em pauta

Por Fernanda Cavassana

A Marcha da Maconha é uma manifestação mundial a favor de mudanças legais sobre a maconha, já que seu uso é considerado ilegal na maioria dos países desde o início do século XX.  No Brasil, a luta a favor da legalização da droga ganhou força nas últimas três décadas.

Os organizadores da Marcha da Maconha em São Paulo escolheram, neste ano, o dia 21 de maio para realizar o protesto, porém os órgãos públicos proibiram a manifestação. Com a esperança de ser uma alternativa à decisão, o grupo mudou o nome do ato para Marcha da Liberdade, que seria um protesto a favor da liberdade de expressão. Com a mudança de última hora, a passeata teve que ser reprimida pela existência de cartazes e gritos pelo objetivo inicial do protesto.

O Y-tudo reuniu quatro amigos universitários, todos nascidos no final da década de 80, para discutir a polêmica acerca da maconha, desde a marcha que defende sua legalidade até questões menores sobre o assunto, como, por exemplo, o tráfico e o uso de drogas. No grupo formado por JP, FS, AB e HS (os nomes serão preservados), a presença de alguns estudantes de Direito. O resultado você acompanha a seguir, com trechos em áudio. Continuar lendo