Supernatural, sexta temporada: O que funcionou e o que deu errado?

Por Rafael Sanchez

Supernatural ainda é uma das séries de maior sucesso no mundo. Mas a sexta temporada da série dividiu muito os fãs.

Para muitos a história de Sam e Dean Winchester (Jared Padalecki e Jensen Ackles) deveria ter terminado na 5ª temporada, pois o criador da série, Eric Kripke, deixou de ser o manda-chuva, com a cadeira ficando para a produtora executiva Sera Gamble.

Se você acompanha a série e já assistiu à mais recente temporada completa, sinta-se à vontade pra concordar ou não com as minhas opiniões, e se ainda não viu, então pare por aqui, spoilers na sequência.

Foram 22 episódios. A primeira metade foi fraca. A partir do 12º epísódio começamos a ver a construção de uma história mais sólida, que como sempre, foi tomando corpo e criando tensão apenas com a proximidade dos episódios finais

Quanto a pontos específicos a se destacar da temporada:

Ver Mark Sheppard em sua brilhante interpretação do demônio Crowley é sempre uma satisfação. E o sarcástico Rei do Inferno foi bem aproveitado, fazendo parte da trama central e retornando quando parecia ter morrido (mas cá entre nós, ninguém realmente morre em Supernatural né!).

Mais um destaque positivo ficou por conta da introdução na série do anjo Balthazar, vivido por Sebastian Roché. Bastaram seis episódios para ele cair nas graças do público.

Aos que acharam a (re)introdução de Lisa e Ben na série um tiro no pé por parte dos produtores, peço que guardem as armas e não me linchem: eu gostei da participação deles, de ver Dean como pai de família, depois tendo que se desfazer dessa imagem, e finalmente, o desfecho que foi dado à garota e seu filho, no penúltimo episódio, “Let It Bleed”.

“Ele é fanático, só vai falar bem da série!!”. Se você está pensando isso de mim, está enganado.

Trazer de volta Samuel Campbell, avô materno de Sam e Dean?? E de brinde mais três caçadores primos dos Winchesters? Realmente não colou! Pelo menos não duraram muito e não vão voltar! (assim espero).

Sem falar na patética Mãe de Todos, que muito prometeu e nada fez.

Analisando episódio por episódio, destaco os melhores:

Appointment in Samarra, The French Mistake, Frontierland e The Man Who Knew Too Much (season finale).

 Já Exile On Main Street (season premiere) e All Dogs Go To Heaven foram eleitos por mim como os mais fracos.

Colocando na balança pros e contras, a 6ª temporada pode não ter sido genial, mas conseguiu manter um bom nível dos episódios, trazer uma trama bem desenvolvida e um desfecho de deixar os fãs confusos com o que virá pela frente. Merece minha nota 8.

A sétima temporada já tem data de estreia: 23 de setembro. Espero que seja a última. E depois da revivravolta de Castiel nos momentos finais da sexta é esperar que Sera Gamble e companhia não destruam a imagem do anjo guardião dos Winchesters e construam uma boa temática para a temporada e também para encerrar a série com chave de ouro.

Aqui vai a primeira promo da próxima temporada. Só tem cenas da 6ª, mas já dá pra aguçar a curiosidade!

E você que acompanha Supernatural? O que achou do sexto ano da série? Deixe sua opinião nos comentários!

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