Geração Y? Desculpa, bati na porta errada!

Por Rafael Sanchez

Eu tô na Geração Y. Mas não existe regra dizendo que eu devo acompanhar a geração.

Não, não quero dizer que não gosto de nada atual. Não sou anti-social, nem deixo de acompanhar a tecnologia ou abomino redes sociais, como o Felipe de Souza (vulgo Sanchez). Mas quando o assunto é outras coisas, como a música… aaah, a sensação de ter nascido na época errada.

O clichê “não se fazem mais músicas como antigamente” pra mim serve direitinho. Esse negócio de indie rock e adjacências, ou então sertanejo universitário… blá blá blá! Nada como as baladas dos anos oitenta…  Imagine-se numa noite de verão, uma brisa batendo e você na sacada da sua casa ouvindo Cutting Crew, I’ve Just Died In Your Arms Tonight… ou então Everybody Wants to Rule The World, do Tears For Fears.

 Sem contar o que essa geração fez com o funk… ou você você você você você realmente achou que o que Mulher Moranguinho, MC Catra e outros fazem é funk? Funk de verdade é isso aqui:

E aqui eu não citei o happy rock (WTF?) Restart, senão os coloridinhos ridiculinhos vão me xingar muito no twitter.

Programas de humor: Zorra Total??? A Praça É Nossa? Não né! No máximo eles conseguem roubar piadas do mestre, e que vem de longe, da década de 70: ninguém nunca superará Chaves e a genialidade de Roberto Gómez Bolaños.

Agora, se não te dei motivos o bastante para abominar nossa geração, o xeque-mate vai a seguir: ESTE CORTE DE CABELO (?) faz sucesso e é adotado pelos adolescentes:

Sem mais, meretíssimo!

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